Pergunte em linguagem natural
Escreva a sua questão como a explicaria a um colega. Sem operadores booleanos nem sintaxe de pesquisa para decorar: descreva o caso e o que procura.
O IAJUS.pt deixa a jurisprudência portuguesa pesquisável por inteligência artificial. Eis como funciona, do princípio ao fim.
Escreva a sua questão como a explicaria a um colega. Sem operadores booleanos nem sintaxe de pesquisa para decorar: descreva o caso e o que procura.
O IAJUS compreende o que procura e encontra os acórdãos relevantes ainda que usem termos diferentes dos seus. É pesquisa semântica: aproxima ideias, não apenas palavras iguais.
Tudo o que o IAJUS mostra remete para o documento original: o acórdão no portal do tribunal em que foi publicado. Pode abrir, verificar e citar com confiança, com a origem à mão. Junto vai ainda um identificador em formato ECLI construído pelo IAJUS, que não é o ECLI oficial português — Portugal atribui o seu desde 2018 ao Supremo e às Relações, com outro número de série. Serve para referenciar; quem cita em peça cita o número de processo e a ligação oficial.
A jurisprudência portuguesa pesquisa-se por sentido e também pelo texto integral do acórdão. É isso, e só isso, que o serviço português pesquisa hoje: a legislação está recolhida, mas ainda não é pesquisável aqui, e preferimos dizê-lo a deixá-lo descobrir por um resultado vazio. Quando o for, é anunciado como capacidade e não como promessa.
Uma ferramenta jurídica só é útil se a pudermos verificar. Por isso o IAJUS é construído à volta da fonte: a inteligência artificial ajuda-o a encontrar e a compreender, mas a decisão e a citação assentam no documento oficial, que fica a um clique sempre que disponível.
A linha portuguesa corre sobre as fontes oficiais de Portugal, e a cobertura continua a crescer órgão a órgão. Não há doutrina no acervo português. O mesmo modelo está em operação no Brasil, em iajus.com.br.
O acesso ao IAJUS.pt abre por convite, em beta privado. Deixe os seus dados e enviamos-lhe o acesso.